é como café frio, que você não sabe se continua tomando mesmo frio pela necessidade de cafeína.
ou se deixa pra lá,
porque tá frio.
27.11.08
Diego de Freitas
com o tempo, a tendência é piorar.
existe um comodismo natural que acontece quando notamos que não é mais necessário conquistar a pessoa.
existe um comodismo natural que acontece quando notamos que não é mais necessário conquistar a pessoa.
26.11.08
not that big deal
eu já não quero mais tanta coisa.
mas ainda sou desses jovens tão jovens.
meu casaco está ao avesso em cima da poltrona suja da sala suja da casa suja.
em alguns dias e mais umas horas, estarei longe de novo.
porque é assim que acontece.
ninguém é mais cruel do que eu sou a mim mesma.
minhas desculpas, começam aqui e agora.
desculpa camila.
mas ainda sou desses jovens tão jovens.
meu casaco está ao avesso em cima da poltrona suja da sala suja da casa suja.
em alguns dias e mais umas horas, estarei longe de novo.
porque é assim que acontece.
ninguém é mais cruel do que eu sou a mim mesma.
minhas desculpas, começam aqui e agora.
desculpa camila.
já nem sei mais...
posso ver o tempo passar, assistir a tal da onde bater.
mas o estrago que faz, a vida é curta pra ver.
eu pensei que quando eu morrer, vou acordar para o tempo, e para o tempo parar um século um mês, três vidas e mais um passo pra trás.
porque será?
como pode alguém sonhar o que é impossível saber?
não te dizer o que eu penso, já é pensar em dizer.
não sei mais, sinto que é como sonhar, e o esforço pra lembrar é a vontade de esquecer.
se a gente já não sabe mais, rir um do outro meu bem, então o que resta é chorar.
e talvez, se tem que durar, renasce do amor dentro de lágrima, um século ou três se as vidas lá atrás são partes de nós.
e se chover de mais, a gente vai saber claro como um trovão, se alguém depois sorrir em paz
só de encontrar.
mas o estrago que faz, a vida é curta pra ver.
eu pensei que quando eu morrer, vou acordar para o tempo, e para o tempo parar um século um mês, três vidas e mais um passo pra trás.
porque será?
como pode alguém sonhar o que é impossível saber?
não te dizer o que eu penso, já é pensar em dizer.
não sei mais, sinto que é como sonhar, e o esforço pra lembrar é a vontade de esquecer.
se a gente já não sabe mais, rir um do outro meu bem, então o que resta é chorar.
e talvez, se tem que durar, renasce do amor dentro de lágrima, um século ou três se as vidas lá atrás são partes de nós.
e se chover de mais, a gente vai saber claro como um trovão, se alguém depois sorrir em paz
só de encontrar.
24.11.08
nunca foi tão certa.
eu não tive escolha a não ser ouvir você, que contava suas histórias sem parar.
você me trata como uma princesa e eu não estou acostumada a gostar disso.
me pergunta como foi meu dia e já me conquistou mesmo contra a minha vontade.
nem se assusta se eu te amar por tudo que você é. deve ser no minimo, culpa sua.
és meu mensageiro de frases incondicionais. obrigada pela sua paciência.
você é meu melhor amigo, mas com alguns beneficios.
eu nunca tinha me sentido tão bem assim...
você me trata como uma princesa e eu não estou acostumada a gostar disso.
me pergunta como foi meu dia e já me conquistou mesmo contra a minha vontade.
nem se assusta se eu te amar por tudo que você é. deve ser no minimo, culpa sua.
és meu mensageiro de frases incondicionais. obrigada pela sua paciência.
você é meu melhor amigo, mas com alguns beneficios.
eu nunca tinha me sentido tão bem assim...
a senhora
as senhoras são tão senhoras, que usam roupas de senhoras.
andam como senhoras, devagar.
sentam como senhoras, parecem quebrar-se em vinte.
falam como senhoras.
as senhoras, são tão senhoras que têm amigas senhoras.
e as mães dessas senhoras, já morreram, de tão senhoras que eram.
morreram de senhoras, de desgosto, de solidão, de doença.
morreram.
as senhoras com as suas amigas senhoras que levam horas a fio pra atravessar uma avenida, vão morrer também, e outras senhoras virão.
nessas horas, quando senhoras morrem, eu chego até a pensar, no pra que.
pra que aguentar esse meu patrão filho da puta passar com todas as minhas contas penduradas no pescoço dele, e nem ao menos me dar bom dia.
pra que me esquivar de problemas, sendo que uma hora ou outra, eu sempre bato de frente com os maiores possiveis.
pra que esperar tanto tempo na fila, sendo que se eu roubar eu não preciso passar por ali.
é bem aquele ditadinho clichê que diz que a vida é só uma brincadeira na qual ninguém sai vivo.
e é bem por ai.
eu quero mesmo, é morrer de amor.
fumar quantos cigarros eu quiser.
beber quanto o meu dinheiro der, ou se melhor, quanto eu aguentar correr.
eu quero mesmo, é ter saúde enquanto ela me for útil.
comer de tudo um pouco.
e de cada pouco, aproveitar tudo.
quero mais é viver sem orgulho e cair quantas vezes eu aguentar levantar depois.
não quero ser senhora.
não.
andam como senhoras, devagar.
sentam como senhoras, parecem quebrar-se em vinte.
falam como senhoras.
as senhoras, são tão senhoras que têm amigas senhoras.
e as mães dessas senhoras, já morreram, de tão senhoras que eram.
morreram de senhoras, de desgosto, de solidão, de doença.
morreram.
as senhoras com as suas amigas senhoras que levam horas a fio pra atravessar uma avenida, vão morrer também, e outras senhoras virão.
nessas horas, quando senhoras morrem, eu chego até a pensar, no pra que.
pra que aguentar esse meu patrão filho da puta passar com todas as minhas contas penduradas no pescoço dele, e nem ao menos me dar bom dia.
pra que me esquivar de problemas, sendo que uma hora ou outra, eu sempre bato de frente com os maiores possiveis.
pra que esperar tanto tempo na fila, sendo que se eu roubar eu não preciso passar por ali.
é bem aquele ditadinho clichê que diz que a vida é só uma brincadeira na qual ninguém sai vivo.
e é bem por ai.
eu quero mesmo, é morrer de amor.
fumar quantos cigarros eu quiser.
beber quanto o meu dinheiro der, ou se melhor, quanto eu aguentar correr.
eu quero mesmo, é ter saúde enquanto ela me for útil.
comer de tudo um pouco.
e de cada pouco, aproveitar tudo.
quero mais é viver sem orgulho e cair quantas vezes eu aguentar levantar depois.
não quero ser senhora.
não.
21.11.08
lesisse matinal.
-mas amor, como chamam os que seguem a religião?
-'mórmon' mesmo...
-nossa, que estranho! é como se... sei lá, como se a gente chamasse os católicos de católicos.
-sim. e do que chamamos os católicos pedro?
-de... católicos. (?)
-(!) ¬¬
-'mórmon' mesmo...
-nossa, que estranho! é como se... sei lá, como se a gente chamasse os católicos de católicos.
-sim. e do que chamamos os católicos pedro?
-de... católicos. (?)
-(!) ¬¬
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